terça-feira, 26 de novembro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
"Os Teus ponteiros andam devagar"
segunda-feira, 15 de julho de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu vi, aqui neste chão, a profundidade do alto
Eu sou o além do caminho que ando e vejo, que sigo
Eu vou pra quem colocou o coração no meu peito."
(Pe. André Luna)
Eu optei amar. Eu espalho o Amor por onde passo, através do que tenho de mais precioso. Cada dia vivido mostra mais o que sou e No que acredito. Cada vez que amo, retorno a quem colocou o coração no meu peito. Faço inúmeras vezes o mesmo caminho em busca do Alto. Sou errante, mas na minha imperfeição e humanidade, Deus me ama sem medidas e sem questionamentos. Ele simplesmente me dá a chance de ser uma pessoa melhor.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
"Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
Precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota algum motivo pra lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem um avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
Que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer."
(Contrários - Pe. Fábio de Melo)
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011

domingo, 15 de maio de 2011
É amanhã!
Oi, queridos!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Show em homenagem a nós mulheres!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Show com um barrigãaaao!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
CARTA AOS QUE FICARAM - Uma tragédia perto de casa...
"Uma tragédia aconteceu bem no meu quintal. Não deu tempo de fazer nada. Não deu tempo de salvar nada. Não deu tempo. Sentada agora de frente pra essa paisagem refeita, o que fica no meu peito é aquele vazio de quem perde tudo e pensa: como fazer pra começar de novo?
Na última semana nós sofremos talvez o maior golpe da nossa história. Um menino entra numa escola e mata uma dúzia de crianças. Instantaneamente, o que era uma manhã comum, se transforma num pesadelo que viria durar noites e noites. Pesadelo daqueles que a gente não acorda.
Será? Não sei. Não sei mesmo. Só sei do que eu sinto. E disso eu posso falar.
Ontem, quando eu entrei em sala de aula pela primeira vez depois do acontecido, fui tomada por uma sensação estranha e até então desconhecida de pavor e assombro. Como num filme mal feito, as cenas ficaram paralisadas e a imagem que me acometia a cada segundo era sempre a mesma: do menino entrando sala a fora atirando corações a dentro. E a sensação que eu tive foi muito clara. Foi medo. Medo por saber que foi por pura sorte que a sala em questão não tivesse sido a minha.
Eu sempre acreditei ser a violência uma correnteza muito forte que passava rente ao portão da escola, mas que nunca a levava. Sempre vi a escola como aquele ponto alto da cidade, onde as pessoas recebiam ajuda e abrigo, quando uma grande enchente acontecia. Sempre imaginei a escola como sendo um alicerce, um telhado, um carinho que diz no ouvido de quem sofre: vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem; aqui você está seguro; vai ficar tudo bem.
Ao meu ver a escola sempre teve esse papel: o de lutar contra a maré da violência, do abandono e do descaso que nossos alunos sofrem todo dia. Um lugar neutro onde as forças poderiam ser recarregadas e onde eles pudessem ver que nem tudo estaria perdido, que a educação era o caminho e que a escola era o portal para levá-los a uma vida melhor.
Porém, o que não esperávamos, era que essa violência, esse abandono e esse descaso passassem do portão de entrada, como numa tsunami. Com o tempo, a escola aos poucos passou a ser cada vez mais um lugar inóspito e abandonado, onde disciplina virou matéria de luxo e educação, um nome de secretaria. Como no livro de Saramago, fomos trancados e esquecidos dentro grandes espaços despreparados para tanta cegueira, para tanta carência, para tanta violência.
Nossa... Eu diria que uma lista interminável. Sobra tanta falta...
Falta segurança, na pessoa de porteiros. Falta organização, facilmente resolvida com mais inspetores. Falta pessoal, para tornar tudo mais ágil. Falta estrutura, material humano, preparo. Falta boa vontade, em tentar fazer tudo isso possível.
Eu sei que a nossa história não termina agora. Essa tempestade um dia vai acabar.
E é por isso que eu não quero mais olhar para o horizonte apavorada, calculando o tempo que levará até aquela onda chegar aqui.
Eu quero mais.
Eu quero olhar o horizonte e ter a certeza de que estou no lugar certo, fazendo o que eu faço de melhor e feliz por poder abrir minha janela e todas as minhas portas para esse sol que eu sei que um dia voltará a brilhar."
Por Alice Venturi
Professora, escritora e entusiasta
sábado, 19 de março de 2011
Deus nos abraça todos os dias.



sábado, 5 de fevereiro de 2011









